CÂNCER DE PELE

O câncer de pele é uma doença silenciosa, e por isso tão perigosa. Tudo começa com uma pintinha na pele, que passa despercebida, e, tempos depois, essa marca revela a presença de uma complicação séria de saúde.

Existem 3 tipos de câncer de pele:

  • Carcinoma Basocelular: tem o comportamento mais benigno entre os cânceres de pele. É um tumor que, geralmente, ocorre em áreas do corpo onde se toma mais sol, como o rosto, braços, tórax e dorso.
  • Carcinoma espinocelular: é, também, causado pelo sol e por traumatismos constantes. Raramente gera metástases, e pode ocorrer na pele e mucosas (boca, lábios e genitais).
  • Melanoma: é o tumor de pele de comportamento mais maligno, e pode ser originado de pinta já existente ou aparecer como lesão nova. Geralmente, ocorre em regiões do corpo onde se toma sol ou áreas de trauma, como rosto, costas, couro cabeludo, pés, mãos e unhas.

Existem alguns fatores de risco relacionados ao câncer de pele: a exposição à radiação ultravioleta, principalmente em horários impróprios e sem a proteção devida; a idade, já que a doença costuma aparecer mais frequentemente a partir dos 50 anos, o histórico familiar, já que há uma tendência genética; e o histórico pessoal, uma vez que indivíduos que já tiveram essa complicação são mais propensos a desenvolver novamente a doença.

Embora o câncer de pele seja um dos mais frequentes entre os brasileiros, equivalendo a 30% dos tumores malignos, as chances de cura são grandes, principalmente quando é diagnosticado cedo.

Existem alguns sinais de alerta em relação às pintas que ajudam a diagnosticar o câncer de pele ainda no início, como os da regra do ABCD:

A – Assimetria: quando se traça uma linha no meio do sinal e metade da pinta é diferente que a outra.

B – Borda: quando a pinta tem uma borda que você não consegue delimitar bem seu limite.

C – Cor: quando a pinta tem mais de uma cor

D – Diâmetro: quando for maior do que 6 mm

Se você observar alguns destes sinais, procure o dermatologista para analisar sua pinta, e, se preciso, definir a abordagem para o tratamento do câncer de pele.

COMO IDENTIFICAR O CÂNCER DE PELE

Além da proteção solar, é importante fazer uma avaliação clínica da pele para prevenir o desenvolvimento da doença. É preciso estar atento a alguns sinais:

* Um crescimento na pele de aparência elevada e brilhante, translúcida, avermelhada, castanha, rósea ou multicolorida;

* Uma pinta preta ou castanha que muda sua cor, textura, torna-se irregular nas bordas e cresce de tamanho;
* Uma mancha ou ferida que não cicatriza, que continua a crescer apresentando coceira, crostas, erosões ou sangramento.

Aqui você encontrará a metodologia indicada por dermatologistas para reconhecer as manifestações dos 3 tipos de câncer da pele: carcinoma basocelular, carcinoma espinocelular e melanoma.

Para auxiliar na identificação dos sinais perigosos, basta seguir a Regra do ABCD:

ASSIMETRIA

Assimétrico: Maligno

Simétrico: Benigno

BORDA

Borda irregular: Maligno

Borda regular: Benigno

COR

Dois tons ou mais: Maligno

Tom único: Benigno

DIMENSÃO

Superior a 6mm: Maligno

Inferior a 6mm: Benigno

FONTE: Sociedade Brasileira de Dermatologia

ATENÇÃO:
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O câncer de pele é uma doença silenciosa, e por isso tão perigosa. Tudo começa com uma pintinha na pele, que passa despercebida, e, tempos depois, essa marca revela a presença de uma complicação séria de saúde.

Existem 3 tipos de câncer de pele:

  • Carcinoma Basocelular: tem o comportamento mais benigno entre os cânceres de pele. É um tumor que, geralmente, ocorre em áreas do corpo onde se toma mais sol, como o rosto, braços, tórax e dorso.
  • Carcinoma espinocelular: é, também, causado pelo sol e por traumatismos constantes. Raramente gera metástases, e pode ocorrer na pele e mucosas (boca, lábios e genitais).
  • Melanoma: é o tumor de pele de comportamento mais maligno, e pode ser originado de pinta já existente ou aparecer como lesão nova. Geralmente, ocorre em regiões do corpo onde se toma sol ou áreas de trauma, como rosto, costas, couro cabeludo, pés, mãos e unhas.

Existem alguns fatores de risco relacionados ao câncer de pele: a exposição à radiação ultravioleta, principalmente em horários impróprios e sem a proteção devida; a idade, já que a doença costuma aparecer mais frequentemente a partir dos 50 anos, o histórico familiar, já que há uma tendência genética; e o histórico pessoal, uma vez que indivíduos que já tiveram essa complicação são mais propensos a desenvolver novamente a doença.

Embora o câncer de pele seja um dos mais frequentes entre os brasileiros, equivalendo a 30% dos tumores malignos, as chances de cura são grandes, principalmente quando é diagnosticado cedo.

Existem alguns sinais de alerta em relação às pintas que ajudam a diagnosticar o câncer de pele ainda no início, como os da regra do ABCD:

A – Assimetria: quando se traça uma linha no meio do sinal e metade da pinta é diferente que a outra.

B – Borda: quando a pinta tem uma borda que você não consegue delimitar bem seu limite.

C – Cor: quando a pinta tem mais de uma cor

D – Diâmetro: quando for maior do que 6 mm

Se você observar alguns destes sinais, procure o dermatologista para analisar sua pinta, e, se preciso, definir a abordagem para o tratamento do câncer de pele.